Maria é mulher a dias. Num final de tarde que antecede a uma noite de passagem de ano decide acabar algumas tarefas numa das casas onde trabalha. A meio da tarde recebe um telefonema, da amiga com quem combinou passar a noite, desmarcando todo o programa. Sozinha e desolada, acaba por passar o “reveillon” nesta casa, cheia de luxos que não são os seus, cheia de particularidades que estão tão distantes da sua realidade, mas que despertam em si toda a curiosidade. Em forma de comédia, vamos sendo transportados para o mundo interior desta personagem, que é o reflexo de tantas mulheres deste país, ao mesmo tempo que nos perdemos em reflexões muito divertidas sobre a mulher, a sociedade, as diferenças sociais e, sobretudo, a vida.